sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

2011 ou 2012?

Gente, a situação é séria!

O que anda acontecendo no mundo?

Os cientistas tentam explicar das mais diversas formas
os últimos fenômenos climáticos de efeitos devastadores
sobre a população asiática, sulamericana e todos
os outros lugares que andam sofrendo com as chuvas
de verão.

Bem, na minha cidade desde a virada do ano choveram
todos os dias, e foram todos mesmo! No momento, observo
a minha janela e vejo uma nuvem feia e pronta pra derramar
a qualquer momento.

Onde está a infra-estrutura que todos os anos os governantes
prometem a essas pessoas?

Senhor Prefeito, Senhor Governador!
Não resolve o problema de ninguém ficar andando de helicóptero
sobre os efeitos da chuva, a destruição, a tristeza de um povo
que luta dia após dia, de sol à sol pra ter uma vida digna.
Não tem cabimento certas coisas que escuto.

O Prefeito de SP, Gilberto Kassab em uma entrevista essa semana
disse que o Piscinão que ele implantou próximo a região do
Jardim Pantanal solucionou o problema.Como assim, solucionou
o problema? Tem gente no Jardim Pantanal
que está com a casa praticamente coberta por água. São
m³ e mais m³ de extensão d'água.

Acompanho também a situação de Petrópolis, Teresópolis e
Nova Friburgo, regiões serranas do Rio de Janeiro,
sofrendo equivalente como aqui em São Paulo e em outros
estados. Ano passado tivemos aquela tragédia em Santa Catarina,
e o que estamos esperando? Aliás, n[os podemos fazer pouco,
quem realmente tem poder aquisitivo pra isso não se move.

A recém assumida Presidente Dilma Rouseff fez algo que
me deixou um pouco satisfeito, ela foi atrás pra saber
a situação, esteve no local das tragédias e já disse
que o governo vai liberar verba para a recuperação
das áreas prejudicadas. Coisa que em 8 anos o Lula
ou o antecessor FHC não fizeram.

Assistindo o jornal pela madrugada ontem, havia uma mãe
solteira com 2 filhos que perdeu tudo nas enchentes
do ano passado. Trabalhou duramente o ano todo para
reerguer seu lar, e esse ano perdeu praticamente tudo novamente.

Eu agradeço a Deus por estar tudo bem com minha família
e com pessoas queridas que considero muito. E ao mesmo
tempo me dói saber que enquanto estamos bem há
muita gente passando necessidade, que perderam tudo o
que lutaram ao longo de uma vida. É triste. Esperamos
que medidas sejam tomadas, por que esperar as chuvas de 2012
pra dar as mesmas descupas novamente não vai colar mais.

É hora de agir!

O Futuro está em nossas mãos!



Até Jazz!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Estrela de Oxum


Iniciou sua carreira em 1989, participando da peça teatral "O Concílio do Amor", dirigida por Gabriel Villela.

Atuou, em shows e gravações, com diversos artistas, como Paulo Bellinati, Edu Lobo, Eduardo Gudin, José Miguel Wisnik, Marlui Miranda, Guinga, Nelson Ayres e a Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, entre outros.

Em 1995, gravou, em duo voz e violão com Paulo Bellinati, o CD "Afro-sambas". O disco, que contou com arranjos e produção musical do violonista, registrou todos os afro-sambas compostos por Baden Powell e Vinicius de Moraes.

No ano seguinte, participou do songbook de Tom Jobim, interpretando, acompanhada por Paulo Bellinati, a faixa "Felicidade" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).

Em 1997, foi indicada para o Prêmio Sharp, na categoria Revelação MPB.

Um ano depois, lançou o CD "Trampolim", com destaque para a canção "A permuta dos santos" (Edu Lobo e Chico Buarque). O disco foi produzido por Rodolfo Stroeter e contou com a participação de Naná Vasconcelos, Toninho Ferragutti e Paulo Bellinati, entre outros.

Em 1999, gravou o CD "Voadeira", contendo as canções "Dançapé" (Mario Gil e Rodolfo Stroeter), "Senhorinha" (Guinga e Paulo César Pinheiro), "Valsinha" (Chico Buarque e Vinicius de Moraes), "Silenciosa" (Fátima Guedes), "Cara de índio" (Djavan) e "A violeira" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), entre outras. O disco, igualmente produzido por Rodolfo Stroeter, contou com a participação de Marcos Suzano, Benjamim Taubkin, Toninho Ferragutti, Paulo Bellinati e Nailor Proveta, entre outros músicos, e foi considerado pela crítica especializada como um dos 10 melhores lançamentos do ano. Também nesse ano, apresentou-se no Café Teatro de Arena (RJ), acompanhada por Benjamin Taubkin (piano), Teco Cardoso (sax) e Toninho Ferragutti (acordeom).

Os CDs "Trampolim" e "Voadeira" foram lançados na América do Norte e Europa, pelo selo Blue Jackel, e no Japão, pelo selo Omagatoki. Ainda em 1999, venceu o II Prêmio Visa MPB/Edição Vocal e foi contemplada com o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Participou, como convidada especial, de uma das noites do Heineken Concerts desse ano.

Foi apontada pelo crítico Jon Pareles, do jornal "New York Times", na edição de 4 de fevereiro de 2000, como um dos principais nomes surgidos a partir de 1998 na música popular brasileira.

Sob a supervisão de Eduardo Gudin, apresentou-se no Sesc Pompéia (SP), ao lado das cantoras Jane Duboc, Ná Ozzetti, Celine Imbert, Tetê Espíndola, Vânia Bastos e Myriam Peracch, e da Orquestra Jazz Sinfônica, sob a regência de João Maurício Galindo, interpretando canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, cujas partituras mantiveram os arranjos originais de Leo Peracchi para o LP "Por toda a minha vida" (1959), de Lenita Bruno. O trabalho foi lançado, em 2002, pela Dabliú Discos, no CD "Canções de Tom e Vinicius. O Mestre Leo Peracchi e a Jazz Sinfônica".

Em 2004, lançou o CD "Iaiá", contendo as canções "Moro na roça" (adaptação de tema popular de Xangô da Mangueira e Zagaia), "Cabrochinha" (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro), "Estrela de Oxum" (Rodolfo Stroeter e Joyce), "Menina amanhã de manhã" (Tom Zé e Perna), "Vingança" (Francisco Mattoso e José Maria de Abreu), "Por toda a minha vida" (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), "Assum branco" (José Miguel Wisnik), "Cidade Lagoa" (Sebastião Fonseca e Cícero Nunes), "Doce na feira" (Jair do Cavaquinho e Altair), "Sinhazinha (Despertar)" (Chico Buarque), "Onde ir" (Vanessa da Mata), "É doce morrer no mar" (Dorival Caymmi) e "Na aldeia" (Silvio Caldas, De Chocolat e Carusinho). O disco contou com a participação de Paulo Bellinati, Robertinho Silva, Benjamim Taubkin, Rodolfo Stroeter, Toninho Ferragutti, Ari Colares, Teco Cardoso, Lui Coimbra, Caíto Marcondes, André Mehmari, Luca Raele e o quinteto Sujeito a Guincho, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Pedro Amorim, Jorginho do Pandeiro e Nailor "Proveta" Azevedo.

Em 2006, participou do CD "Carioca", de Chico Buarque, dividindo com o compositor a faixa "Imagina" (Tom Jobim e Chico Buarque).

Lançou, em 2007, o CD "Noites de gala, samba na rua", contendo exclusivamente canções de Chico Buarque, e tendo a seu lado o grupo Pau Brasil. Nesse mesmo ano, apresentou-se ao lado de Chico Buarque na série "Encontros Tim", no Circo Voador, na Lapa (RJ), para um público de milhares de pessoas.

Em 2010, apresentou-se no Teatro Clara Nunes (RJ), pelo projeto “Rio Música InCena”, interpretando composições de Villa-Lobos, Tom Jobim, Chico Buarque e Adoniran Barbosa.



domingo, 19 de dezembro de 2010

Yamandú Costa


Violonista. Compositor.

Filho da cantora Clari Marson e do multiinstrumentista e professor de música Algacir Costa, violonista e trompetista do grupo Os Fronteriços, falecido em 1993.

Com primos e tios músicos, cresceu em ambiente musical.

Seu nome vem do tupi-guarani e significa, entre outras coisas, "Senhor das águas".

Aos quatro anos já era uma criança prodígio, participando de programas de rádio e chegando a gravar um disco em Porto Alegre. Por essa época, seu pai alojou o amigo e violonista argentino Lucio Yanel, que logo despertou a atenção do menino para o violão, tornando-se seu primeiro mestre.

Dos 7 aos 15 anos estudou violão. Por essa época, fez parte do grupo Os Fronteiriços, integrado por seu pai, tios e primos.

Morou em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

É considerado por Paulo César Pinheiro, Toquinho, Armandinho, entre outros, como descendente da escola de Meira, Dino Sete Cordas, Baden Powell e Raphael Rabello.

Toca violão de seis, sete e oito cordas.



Em 1996, Baden Powell passou por Porto Alegre para um show e o convidou, na época com 16 anos, para uma participação. Logo depois, a convite do maestro Nelson Ayres, foi para o Rio de Janeiro e com o cachê recebido decidiu ficar mais alguns dias. Passou a dividir o apartamento com o também violonista Zé Paulo Becker, do Trio Madeira Brasil.

Como convidado, tocou com Paulo Moura, Maurício Carrilho, Armandinho e Dino Sete Cordas, entre outros nos vários shows no Rio de Janeiro.

Em 2001 foi o vencedor do "4º Prêmio Visa de MPB - Edição Instrumental". Neste mesmo ano, pela gravadora Eldorado, lançou o primeiro disco. No CD incluiu "Brejeiro" (Ernesto Nazareth), "Gauchinho" (Rubens Leal Brito), "Tristeza do Jeca" (Angelino de Oliveira), "Flamengo" (Bonfíglio de Oliveira), "Machucando" (Adalberto de Souza) e "Meu avô" de autoria de Rafael Rabello, além de composições próprias: "Cristal", "Chamamé", "Chorando por amizade", "Mariana", "Galderismo" e "Bahia X Grêmio", esta última em parceria com Armandinho. O disco ainda contou com as participações de Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Tuninho Carrasqueira, Celsinho Silva, Beto Cazes, Oscar Bolão e Silvério Pontes, entre outros. Ainda em 2001, gravou com o violonista Lucio Yanel o disco "Dois tempos", no qual ambos interpretaram choros "Brejeiro" e composições tipicamente gauchescas como o tango "Dois tempos", além de "Dr. sabe tudo", "Cristal" e "Brasiliana" do repertório de Radamés Gnatalli.

Em 2002 fez show no Canecão, Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, como convidado do violonista Weber Lopes, participou do "Projeto Conexão Telemig Celular de Música", no qual se apresentou no Teatro Rival BR. Ainda em 2002, ao lado de Big Joe Band, Léo Galdelman, grupo Master Groove, Nuno Mindelis e Keny Brown, participou do "5º Visa Búzios Jazz & Blues", na cidade litorânea de Búzios, no Rio de Janeiro.

No ano de 2003, foi um dos convidados do violonista francês, radicado no Rio de Janeiro, Nicolas Krassik, para participar do "Projeto Choro na Lapa", no Ballroom, no qual o violonista recebeu músicos brasileiros. Ainda em 2003, em dueto com Paulo Moura, participou como convidado do "Festival Drink Café", do Quiosque Drink Café, na Lagoa, no Rio de Janeiro. Foi lançada em São Paulo a coletânea do bar Villaggio Café, na qual foram compiladas algumas gravações de apresentações de Guinga e Banda Mantiqueira, Filó Machado, Nélson Angelo, João Pacífico e Oswaldinho Vianna e Yamandú Costa, entre outros. Nesse ano, foi uma das atrações, juntamente com Altamiro Carrilho, Cristóvão Bastos e o grupo Nó em Pingo D'Água, no "Festival Estácio de Choro", apresentando-se na Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foi o convidado especial para o centéssimo programa "A vida é um show", de Luís Carlos Miéle, na TV Educativa, do Rio de Janeiro.

Em 2004 voltou ao programa "A vida é um show", desta vez convidado da apresentadora Cuca Lazarotto.



Lançou neste mesmo ano o CD "El negro del blanco" em parceria com Paulo Moura, no qual interpretaram composições de João Pernambuco ('Sons de carilhões'), Jacob do Bandolim ('Simplicidade'), Severino Araújo ('Um chorinha na aldeia'), Raul de Barros ('Na Glória'), Baden Powell ('Samba da benção' e 'Pra que chorar' - em parceria com Vinicius de Moraes, e ainda 'Lapinha', em parceria com Paulo César Pinheiro), Marianito Mores ('Taquito militar'), Astor Piazzolla ('Decaríssimo'), Ataualpa Yupanqui ('Duerme negrito'), Violeta Parra ('Gracias a la vida'), Antonio Lauro ('Valsa venezuelana'), Sebastain Yradier ('La paloma'), Ibrahim Ferrr ('De camino de la verdad'), entre outros. O disco foi lançado no Espaço Modern Sound e no Bar Mistura Fina, ambos na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ainda em 2004 foi o vencedor do Prêmio Tim na categoria "Instrumental - solista". Apresentou-se em dueto com Armandinho no show 2004: Cordas - Yamandú Costa e Armandinho, no Teatro Rival Br, no Rio de Janeiro. Logo depois a dupla apresentou-se em Salvador e partiu para uma temporada na Rússia.



Em 2005 participou do documentário "Brasileirinho", do cineasta finlandês Mika Kaurismaki, radicado no Rio de Janeiro desde o início da década de 1990. Do documentário sobre o gênero 'choro' também fizeram parte Tereza Cristina, Elza Soares, Trio Madeira Brasil e Paulo Moura, entre outros. O filme foi lançado no "Fórum Internacional do Novo Cinema", uma das mostras paralelas do "Festival de Berlim", na Alemanha. Neste mesmo ano lançou o primeiro DVD "Yamandú Costa ao vivo", gravado em apresentação no Sesc Pompéia, em São Paulo. No DVD além de interpretar composições próprias, tais como "Paz de Maria", "Tango amigo" e "Tareco número 2", também incluiu clássicos como "Vou deitar e rolar" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), "Suíte retratos" (Radamés Gnattalli), "Terra" (Caetano Veloso), "Disparada", de Théo de Barros e Geraldo Vandré. Os extras mostram Yamandu conversando com Hermeto Paschoal na Holanda; tocando com Armandinho em um programa de TV na Bahia; tocando acordeom num camarim em SP; experimentando violões na Espanha, além de fotos e imagens de sua carreira. Neste mesmo ano participou como convidado do disco "Pintando o sete", do também violonista goiano Rogério Caetano.





quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Voltando a Falar na Manu

O CD tá chegando!

A música Canto Pro Mar eu já postei aqui
mais de uma vez. Imagino que agora seja a versão
mixada final, então vou postar o novo vídeo.



Dia 29 de Novembro, como eu havia comentado foi
aniversário da Manu, e nós fizemos um vídeo em
homenagem a ela. Participaram fãs, amigos, familiares
e toda uma galera que gosta muito dela.

Eu fiz uma participação no vídeo e cantei/toquei a minha
versão antiga de Monsieur Binot de Joyce.
Confiram o vídeo!



Tem muita coisa ainda pra mostrar/escrever!

Até Jazz!

Vídeos

No mais vou postar alguns dos vídeos que
me fizeram companhia nessas últimas semanas.

E quando eu estiver com as ideias em ordem,
posto mais novidades.

Eu finalmente consegui tocar a música Mistérios
da Joyce como eu queria, aliás o repertório cresceu
bastante, somaram-se Mistérios, Galã Tantã, Compor e
um novo arranjo para Monsieur Binot, além de Nacional
Kid.

Esse ano em se tratando de música foi riquíssimo,
eu montei vários arranjos (na minha cabeça), de músicas
do repertório de Joyce, Fátima Guedes, Oswaldo Montenegro,
Zizi Possi, Chico Buarque, Olívia Byington. Além disso
pegando músicas que eu já tinha domínio e as havia deixado de
lado.

Compus um pouco, ano que vem minha cabeça vai estar mais
apta para fazer isso, mas continuarei compondo, ainda
falta colocar mais tempero nas minhas letras, mas
eu aprendo! ;D


Agora vamos aos vídeos!

Compor/Mistérios




Monsieur Binot



Mulher Jangadeira

Voltei!

Sim, eu bem havia dito na última postagem que
em 20 dias estaria livre. E eis que tudo deu certo!

O meu projeto no Senai saiu, aguardando anciosamente
pela formatura.

Já o que cabe ao Ensino Médio, hoje foi a minha colação
de grau. Estou formado!

Eu vou sentir saudades, mas os meus amigos de verdade
sempre estarão por perto, nos veremos sempre que der!

Estava em déficit com a minha saúde, pois deixei ela
de lado nesses últimos 6 meses, mas agora já retornei
pra realidade e estou colocando as coisas nos eixos.

Fazia tempo que eu estava precisando dormir uma noite de no
mínimo 8 horas, e nesses últimos tempos o que eu menos
fiz, foi dormir. Corri pra tantos lugares e quis fazer
coisas de mais pra pouco tempo, mas na verdade não foi
bem um querer e sim um dever.

O importante é que tudo deu certo. Sábado passado
virei a madrugada em uma festa (estava precisando
inclusive me divertir) e gente estou feliz com
os amigos que tenho!

A ficha ainda não caiu, mas sim sou uma aluno
formado. Até o momento em nível Médio/Técnico.
Já está bom pro começo né?

Imagino que quando resolver problemas relacionados
a documentos, exército e etc... vou enfim fazer o
meu estágio pra tirar o diploma de técnico. Enquanto
isso, (acho que muito) merecidamente ganhei uma viagem
para o Rio de Janeiro de presente das formaturas. Ainda
não sei quando, nem quanto tempo, mas em breve irei pra
Cidade Maravilhosa aproveitar uns dias de férias e enfim
conhecer um monte de gente que lá habita. Entre outros,
minha querídissima amiga Manu Santos. Sim, vou conhecer
a Manu em breve, ela terminou de gravar o CD, Parabéns Amiga!

Agora posso até voltar a atualizar o blog, e conferir
os que eu mesmo sigo.

Nesses dias atrás, ganhei alguns presentes de amigo secreto! hehe

No fim sai com o DVD Quebra Cabeça Elétrico do Montenegro que eu ainda
não tinha e dois CD's. O Rio-Bahia de Joyce e Dori Caymmi e o Muito Intensa
da Fátima Guedes.







Agora, sobretudo Feliz!
Eba!

2011 Promete!

Até Jazz!

domingo, 21 de novembro de 2010

Olha a Manu ai Gente!


Sorry, não andei atualizando pois estou
a ponto de eu mesmo explodir hehehe com
problemas que envolvem TCC's, projetos,
provas e coisas do tipo! hehehehe
Dentro de 20 dias me livro literalmente
de tudo isso!

Mas, hoje eu passei aqui pra atualizar com
gente muito boa e querida por mim. Minha amiga
Manu Santos mais uma vez aqui no blog!

A foto acima é do Making Off das fotos
para o CD que tem previsão de lançamento
em 2011.

O site do fã clube oficial é o seguinte:

http://fcomanusantos.wordpress.com/

Lá você encontra entre outras coisas, galeria
de fotos e agenda da Manu.

E por falar em Manu, dia 29 agora é aniversário
dela! \o/

Abaixo estão dois vídeos recentes que foram
feitos pela própria Manu. Minha amiga, sucesso sempre!





Já este último, é a participação da Manu em apresentação
do PianOrquestra.



Até Jazz!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Rodolfo Stroeter



Iniciou sua carreira profissional em 1979, integrando, ao lado do pianista alemão Felix Wagner e do baterista Azael Rodrigues, o grupo Divina Increnca, com o qual gravou um disco, no ano seguinte.

Paralelamente a esse trabalho, criou com Nelson Ayres o grupo Pau Brasil, com o qual vem atuando como produtor, compositor e instrumentista.

A partir de 1982, passou a integrar também, ao lado de Lelo Nazário e Zé Eduardo Nazário, o Grupo Um, com o qual lançou os dicos "Reflexões sobre a crise do desejo" e "A flor de plástico incinerada".

Em 1985, gravou seu primeiro trabalho solo, o LP "Mundo", registrando composições próprias. O disco foi editado pela gravadora francesa NTI, e faz parte do selo Paixão.

Atuou, como instrumentista, com diversos artistas como Milton Nascimento, Joyce, Edu Lobo, Chico Buarque, Wagner Tiso, Gilberto Gil, Carlinhos Brown e Marlui Miranda, entre outros.

Em 1990, começou a desenvolver um trabalho com o violonista e compositor pernambucano Antônio Madureira.

No ano seguinte, associou-se a Antônio Placer e Frederic Pagés, para a criação do selo franco-brasileiro Divina Comédia, visando promover as diversas manifestações musicais da latinidade contemporânea.

Em 1992, foi solicitado, pela Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, a compor a ópera comemorativa dos 500 anos de descobrimento da América, que foi encenada no Teatro Municipal de São Paulo em outubro desse mesmo ano.

Em 1993, produziu, com Paulo Tatit e Arnaldo Antunes, o projeto multi-mídia "Nome", de Arnaldo Antunes, para a BMG.

Foi Assessor de Música na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, em 1993 e 1994, na gestão do secretário Ricardo Ohtake, criando os projetos da "Orquestras", "Corais", "Bandas" e "Interior Acústico", além de ter sido o principal responsável pelo evento "Fórum da Música Independente", realizado em maio de 1994.

Em 1995, participou da comissão artística e organizadora do 26º Festival de Inverno de Campos do Jordão. Nesse mesmo ano, criou o selo Pau Brasil. Também em 1995, compôs, juntamente com Gilberto Gil e Carlinhos Brown, a trilha sonora para o espetáculo "Z", do Balé da Cidade de São Paulo, em comemoração aos 300 anos de Zumbi.

Em 1996, produziu, para a PolyGram, o CD "Mais simples", de Zizi Possi. Nesse mesmo ano, lançou, com Antônio Madureira, o CD "Romançário".

De 1996 a 1999, exerceu o cargo de diretor artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, ligada à Universidade Livre de Música e à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

Produziu e dirigiu, em 1997, sob encomenda do Sesc Pompéia, o espetáculo "Braguinha 90 anos", em homenagem ao compositor João de Barro. Ainda em 1997, assinou a produção e a direção musical do CD "Todos os sons", de Marlui Miranda, contemplado com o prêmio da Academia Gramofônica, da Alemanha, e da Naird, dos Estados Unidos, como Melhor CD de World Music desse ano.

Em 1998, a Banda Mantiqueira, também produzida por seu selo Pau Brasil, foi indicada ao Grammy, na categoria Best Latin Jazz.


Abaixo, veja um trecho de uma entrevista de Rodolfo para Mariana Sayad.


VMI - Como você começou a produzir trabalhos?

RS - Eu acho que sempre tive uma intuição muito grande. Eu sou muito bom produtor e falo isso na boa. Eu tenho muita boa percepção. Não é a percepção musical, se o acorde é com 5ª aumentada ou diminuta. Não é isso. É isso também, mas não é principal. Quando você vai produzir um disco, é necessário perceber exatamente o que você está fazendo, quem é o artista que está em sua frente. Como você vai criar com ele.

Quando eu criei o selo, eu já tinha muita coisa produzida. Por exemplo, o primeiro disco da Marlui Miranda foi um disco super premiado, que está no selo, “Eu Incluo Todos os Sons”. Ganhou vários prêmios, entre eles o da Academia Alemã de Melhor Disco de Word Music e viajou o mundo inteiro. Esse foi um disco que me ensinou muito. Eu já tinha feito o “Babel” com Marlui, que era disco instrumental. Nós tínhamos gravado na Noruega e que eu produzi. Mas ela quis fazer um disco junto. Ela trouxe um material gigantesco de índio. Eu não sabia o que fazer. Através deste disco, eu comecei a exercer mais conscientemente uma função de percepção a dois. Então, acho que produção, como eu sei que sou bom produtor? É que eu sou bom parceiro.

Eu sempre fui um cara meio tribal, embora eu seja uma pessoa sozinha num certo sentido de ficar o dia todo tocando, escrevendo e fazendo minhas coisas. Todo o meu pensamento é para o coletivo. Num certo sentido, é por isso que o Pau Brasil existe até hoje. O Pau Brasil foi desmantelando numa certa hora. O Nelson foi levar a vida dele, com razão. O Paulo foi ser solista, o Sion maestro, o Azael foi morar nos Estados Unidos. Mas eu sempre tive essa tendência aglutinadora de puxar gente que eu achava que era interessante de co-criar comigo. Essa tendência que tem no Pau Brasil de grupo passou a existir dentro do selo e passou a existir dentro de mim como produtor. A partir disso é que comecei a produzir discos de outras pessoas de um jeito meio pessoal. Aí, eu fiz um monte de disco com muita gente. Bastante coisa de música instrumental, de nova música brasileira que eu me considero meio como co-autor. A gente pegou um trabalho muito germinal, vou dar um exemplo, a Mônica Salmaso. Eu a ouvi pela primeira vez quando ela gravou uma música minha para um disco chamado “Canções de Ninar”, que o Paulo Tatit e a Sandra Paes fizeram pelo selo Palavra Cantada. Foi o primeiro disco deste projeto. Eles pediram uma música, eu e o Edgar Poças fizemos (um grande amigo e foi meu professor fez a letra. Um grande letrista). Chama-se “Soneca”. Eu entreguei a música e eles produziram. Quando ficou pronto, eles me chamaram para ouvir. Quando eu ouvi a voz da Mônica, perguntei quem era. E me falaram que era uma cantora nova de São Paulo, chamada Mônica Salmaso. Acho que ela tinha uns 23 anos e a convidei para gravarmos algo junto. Eu já tinha o selo. Nós não sabíamos o que gravar, então, ficamos um ano ouvindo várias músicas junto, conversando, vendo como as coisas aconteciam. Foi assim que nasceu o primeiro disco dela, chamado Trampolim.

Daí em diante, nasceram outros. Ou seja, todos esses discos com a Marlui, Mônica, Joyce, o Gil, a Mantiqueira, Sérgio Santos, Pau Brasil e Jazz Sinfônica. Todos os discos que eu fiz foram discos de parceria criativa realmente. Embora os discos não sejam meus, eu atuei bastante como criador dentro do contexto da concepção para ver que lado estético que ia e também para que lado como nós trataríamos aquilo de uma maneira musical. Por isso, que eu digo que me fragmentei muito nesse sentido.




A letra abaixo é de autoria de Joyce e Rodolfo Stroeter.

Cartomante


Se você quiser saber sua sorte
Pede à cartomante pra ver
Ela lê seu mapa, ela sabe o chacra
Ela é seu destino em você
Ela sabe o norte
Você sabe, a morte
Todo mundo tem que aprender
Se você quiser ver o que te aguarda
Pede à cartomante
Um instante pra ver

Se você quiser saber sua sina
Olhe a cartomante em você
Ela te anima, ânima divina
Ela pode bem te entender
Ela sabe o mito
Ela sabe o rito
Pois no fundo, ela é você
Lá no poço escuro onde nasce tudo
Olha a cartomante
Um instante, em você

No quintal da alma
Ela te acalma
Pode iluminar a sombra
Pode te trazer à tona

Se você quiser a vida em um segundo
Pede à cartomante pra ler
Ela mora bem dentro do seu mundo
Ela é seu ouvido em você
Ela assina embaixo, ela raspa o tacho
É a intuição em você
Ela é só perfume, ela é só negrume
Mostra a cartomante
Um instante, pra eu ver

terça-feira, 19 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Coisas Minhas

Alguns CD's e DVD's que possuo, é uma pequena parte,
desde que comecei a ganhar dinheiro, sempre o gastava
com artigos do tipo e não me arrependo nem um pouco.

4 DVD's que eu comprei do Oswaldo Montenegro, entre eles
estão o Intimidade (2008), 25 Anos Ao Vivo (2004),
Tons do Brasil (2001) e o A Partir de Agora (2006)
juntos do álbum Léo e Bia de 2005 que contou com
participações como Sandra de Sá, Jorge Vercilo, Zélia Duncan,
Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Glória Pires e etc.



Já aqui, esse violão tem história pra contar, esteve
nas mãos de Zizi Possi, um ser iluminado como pessoa
e como artista. Que muito gentilmente escreveu uma
mensagem com uma caneta cedida pela Carminha! hehehe
Depois que a tinta secou, passei o verniz e agora
a mensagem está eternizada.





Já aqui abaixo estão o DVD de 40 Anos de Carreira da Joyce,
eu comprei muito apressadamente na semana que iria ao
show no bairro da Liberdade aqui em São Paulo no Teatro
Fecap, quase fui assaltado pra ir comprar os ingressos,
mas valeu a pena! rs



No show não podia tirar fotografias, então só
quando ela veio para falar com as poucas pessoas
que tinham ficado é que pude registrar alguma coisa.
As fotos abaixo são recentes, não do dia do show. A própria
Joyce se surpreendeu no dia, pois eu era o único que estava
com o DVD Duplo, rs. E ela deixou registrado Paz e Música
no encarte do DVD.



Aqui está a frente do DVD 40 Anos de Carreira que teve participações
de Leila Pinheiro, Roberto Menescal, Mônica Salmaso, Dori Caymmi,
João Donato e etc... E também o Slow Music, o penúltimo álbum
lançado e o último em que veio com o nome Joyce sozinho, pois
agora é Joyce Moreno.



Até Jazz!

sábado, 16 de outubro de 2010

Fez Nascer o Japão da Paz


O Japão (em japonês: 日本, Nihon ou Nippon; oficialmente 日本国, Nippon-koku ou Nihon koku), é um país insular da Ásia Oriental. Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República Popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, se estendendo do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Oriental e Taiwan, ao sul. Os caracteres que compõem seu nome significam "origem do Sol", razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a "Terra do Sol Nascente".

Os Japoneses são grandes apreciadores da música brasileira,
e muitos de nossos artistas chegam a ser mais conhecidos lá e
no Leste Europeu do que no próprio Brasil. Todos sempre dizem
que o público japonês é muito caloroso, e por mais que não
comprendam o nosso idioma, conseguem interpretar facilmente
o sentimento que queremos transmitir.

Deixo pra vocês esse vídeo de uma cantora que nasceu em São
Paulo, mas logo quando criança sua família migrou para Tóquio.
Ela se chama Lisa Ono, e canta maravilhosamente bem a nossa
Bossa Nova.

Como recentemente o blog tem tido muitas visitas do Continente Asiático, resolvi fazer uma tradução para o japonês, para os nossos amigos Japoneses saberem o quanto somos gratos pelo seu carinho com os Brasileiros.